Eu busco no silêncio
uma palavra sem nome.
Tenho sede de um prêmio
desconhecido,que me consume.
Eu me deito ao céus
sem saber a direção dos ventos.
Viajo na pureza do mel
sabendo da queda que invento.
Sei que a realidade é podre
mas de qualidade meu espírito entende.
A minha fantasia é um doce
que não se acha,que não se vende.
Sei que meus olhos tem asas
para brincar de ser cego ao mundo.
Tenho medo do abismo do nada
e por isso, com a mente mergulho fundo.

Gostei muito dos seus poemas.
ResponderExcluirTe sigo
To seguindo ai, muito bom.
ResponderExcluirwww.trollagenblog.blogspot.com
Muito bom
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